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sábado, 10 de agosto de 2013

MEDITAÇÃO DAS RAÍZES

meditação raízes
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Olá a todos!

Já falamos aqui da prática da meditação e dos seus grandes benefícios para a sua saúde. A prática da meditação ajuda-nos a conectarmo-nos com a nossa essência e a encontrar o equilíbrio físico, mental e espiritual. Ajuda-nos também a desenvolver a nossa intuição, percepção, sensibilidade, etc., dissipando os nossos medos e concentrando-nos no presente, no aqui e no agora.

FENÓMENOS DE APARIÇÃO

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“A pequena cidade de Liechtfield, no Kentucky, conta com numerosos adeptos da doutrina do espiritualismo magnético. Um fato incrível, que ali acaba de se passar, por certo não contribuirá pouco para aumentar o número de partidários dessa nova religião.
“A família Park, composta dos pais e de três filhos que já se encontram na idade da razão, era fortemente imbuída das crenças espiritualistas. Ao contrário, a Srta. Harris, irmã da Sra. Park, não punha nenhuma fé nos prodígios sobrenaturais com os quais os parentes se entretinham incessantemente. Para a família inteira, isso era um verdadeiro motivo de desgosto e, por mais de uma vez, a boa harmonia entre as duas irmãs foi perturbada.
“Há alguns dias, a Sra. Park foi acometida repentinamente de um mal súbito que, desde logo, os médicos declararam não poder debelar. A paciente era vítima de alucinações, e uma febre terrível constantemente a atormentava. A Srta. Harris passava as noites em claro. No quarto dia de sua doença, a Sra. Park levantou-se subitamente da cama, pediu água e começou a conversar com a irmã. Circunstância singular, a febre a havia deixado de repente, o pulso estava regular, exprimia-se com grande facilidade e a Srta. Harris, toda feliz, julgou que a irmã estava fora de perigo.
“Depois de haver falado de seu marido e dos filhos, a Sra. Park se aproximou ainda mais da irmã, dizendo-lhe:
“Pobre irmã, vou deixar-te; sinto que a morte se aproxima. Mas, pelo menos, minha partida deste mundo servirá para te convencer. Morrerei dentro de uma hora e serei enterrada amanhã. Evita com muito cuidado não seguir meu corpo ao cemitério, porquanto meu Espírito, ainda revestido de seus despojos mortais, aparecer-te-á uma vez mais, antes que meu caixão seja recoberto de terra. Acreditarás, finalmente, no espiritualismo.”
“Após ter acabado de dizer essas palavras, a doente deitou-se tranqüilamente. Uma hora mais tarde, porém, como o havia anunciado, a Srta. Harris percebeu dolorosamente que o coração da enferma cessara de bater.
“Vivamente emocionada pela surpreendente coincidência existente entre esse acontecimento e as proféticas palavras da defunta, decidiu seguir a ordem que lhe havia sido dada e, no dia seguinte, ficou sozinha em casa, enquanto todo mundo tomava o caminho do cemitério.
“Depois de haver fechado as persianas da câmara mortuária, sentou-se numa poltrona, perto do leito de onde acabara de sair o corpo da irmã.
“Apenas decorridos cinco minutos – contou mais tarde a Srta. Harris – vi como que uma nuvem branca a se destacar no fundo do apartamento. Pouco a pouco essa forma se desenhou melhor: era a de uma mulher semivelada; aproximou-se de mim lentamente; discerni o ruído de passos leves no assoalho; por fim meus olhos, espantados, se acharam em presença de minha irmã...
“Seu rosto, longe de possuir essa palidez mate, que nos mortos impressiona tão desagradavelmente, era radioso; suas mãos, cuja pressão logo senti sobre as minhas, tinham conservado todo o calor da vida. Fui como que transportada a uma nova esfera por essa maravilhosa aparição. Acreditando já fazer parte do mundo dos Espíritos, apalpei meu peito e a cabeça para assegurar-me de minha existência; mas nada havia de penoso nesse êxtase.
“Depois de ter ficado assim em minha frente, sorrindo mas calada, durante cerca de alguns minutos, minha irmã, parecendo fazer um esforço inaudito, disse-me com voz suave:
“Devo partir: meu anjo condutor espera-me. Adeus! Cumpri minha promessa. Crê e espera!”
 
Por nossa conta acrescentamos que esse relato nada contém que deva espantar os que estudaram os efeitos e as causas dos fenômenos espíritas. Os fatos autênticos desse gênero são bastante numerosos e encontram sua explicação naquilo que dissemos a respeito, em várias circunstâncias; teremos ocasião de os citar, e vindos de bem menos longe que este.
 
Revista Espírita - Jornal de Estudos Psicológicos
Ano 1, Outubro 1958 Nº 10
Allan Kardec

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

VIVA COMO AS FLORES

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Em um antigo mosteiro budista, um jovem monge questiona o mestre: Mestre, como faço para não me aborrecer? Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes, muitas são indiferentes.
Sinto ódio das mentirosas e sofro com as que caluniam.
Pois viva como as flores, orientou o mestre.
E como é viver como as flores? -  Perguntou o discípulo.
Repare nas flores, falou o mestre, apontando os lírios que cresciam no jardim.
Elas nascem no esterco, entretanto, são puras e perfumadas. Extraem, do adubo malcheiroso, tudo que lhes é útil e saudável... mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas.
É justo inquietar-se com as próprias imperfeições, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros o perturbem.
Os defeitos deles são deles e não seus.
Se não são seus, não há razão para aborrecimento.
Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo mal que vem de fora.
Isso é viver como as flores.
Autor desconhecido
Idália Henriques

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

PLATÃO: DOUTRINA DA ESCOLHA DAS PROVAS - PARTE 2



“Está evidentemente aí, meu caro Glauco, a prova que é temida pela Humanidade. Que cada um de nós possa refletir, deixando todos os estudos vãos para se entregar à Ciência, que faz a fortuna do homem. Procuremos um mestre que nos ensine a discernir entre o bom e o mau destino, e a escolher todo o bem que o céu nos proporciona. Examinemos com ele que situações humanas, separadas ou reunidas, conduzem às boas ações: se a beleza, por exemplo, unida à pobreza ou à riqueza, ou a tal disposição da alma deve produzir a virtude ou o vício; qual a vantagem de um nascimento brilhante ou comum, a vida privada ou pública, a força ou a fraqueza, a instrução ou a ignorância, enfim, tudo o que o homem recebe da Natureza e tudo quanto contém em si mesmo. Esclarecidos pela consciência, decidamos qual destino nossa alma deve preferir. Sim, o pior dos destinos seria o que a tornasse injusta, e o melhor aquele que incessantemente a conduzirá à virtude: tudo o mais nada significa para nós. Iríamos esquecer que não há escolha mais salutar após a morte do que durante a vida! Ah! Que esse dogma sagrado se identifique para sempre com nossa alma, a fim de não se deixar fascinar na Terra pelas riquezas, nem por outros males dessa natureza e que, lançando-se com avidez sobre a condição do tirano ou qualquer outro semelhante, não se exponha a cometer um grande número de males sem remédio e a sofrer outros ainda maiores.

PLATÃO: DOUTRINA DA ESCOLHA DAS PROVAS - PARTE 1

Imagem encontrada aqui.


“O relato que vos quero trazer à memória – diz Sócrates a Glauco – é o de um homem de coração: Er, o armênio, originário da Panfília. Ele tinha sido morto numa batalha. Dez dias mais tarde, como levassem os cadáveres já desfigurados dos que com ele haviam tombado, o seu foi encontrado são e intacto. Transportaram-no para sua casa a fim de fazer os funerais e, no segundo dia, quando foi posto sobre a fogueira, reviveu e contou o que tinha visto na outra vida.

 

“Tão logo sua alma havia saído do corpo, viu-se a caminho com uma porção de outras almas, chegando a um lugar maravilhoso, de onde se viam, na Terra, duas aberturas vizinhas uma da outra, e duas outras no céu, correspondentes àquelas. Entre essas duas regiões estavam assentados os juízes. Assim que pronunciavam uma sentença, ordenavam aos justos tomarem lugar à direita, por uma das aberturas do céu, após lhes haver fixado no peito um letreiro contendo o julgamento pronunciado em seu favor, e ordenando aos maus que tomassem o caminho da esquerda, localizado nos abismos, levando às costas um letreiro semelhante, onde estavam relacionadas todas as suas ações. Quando chegou sua vez de apresentar-se, os juízes declararam que deveria levar aos homens a notícia do que se passava nesse outro mundo, ordenando-lhe que ouvisse e observasse tudo quanto a ele se referisse.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

O DISCIPULO E O CAMPO DE ARROZ



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O mestre zen encarregou o discípulo de cuidar do campo de arroz.

No primeiro ano o discípulo vigiava para que nunca faltasse a água necessária.

O arroz cresceu forte e a colheita foi boa.

No segundo ano, ele teve a ideia de acrescentar  um pouco de fertilizante.

O arroz cresceu rápido e a colheita foi maior.

No terceiro ano, ele colocou mais fertilizante.

A colheita foi maior ainda, mas o arroz nasceu pequeno e sem brilho.

Se continuar aumentando a quantidade de adubo, não terá nada de valor no ano que vem, disse o mestre.

Você fortalece alguém quando ajuda um pouco.  Mas você enfraquece alguém, se ajuda muito.

 Autor desconhecido

 

Assim devemos proceder na nossa vida, na educação dos filhos, com os nossos amigos…

Nos dias que correm, não são raros os casos de famílias destruídas por problemas familiares graves, por falta de maturidade para resolver os problemas e gerir as dificuldades.

Estamos numa época em que os pais se esforçam para dar tudo aos filhos, sem os fazer perceber os sacrifícios que muitas vezes fazem para satisfazer os seus desejos.

O filho quer uma consola nova e os pais lá vão comprar a consola com o dinheiro que tinham amealhado para comprar uns óculos para eles próprios, ou outra coisa qualquer de que necessitavam.

 Será que essa forma de demonstrar amor aos filhos é a correta? Os filhos vão crescendo habituados a ter tudo sem esforço, tornam-se egoístas, não têm espirito de sacrifício e mais tarde não sabem gerir o dinheiro.

 Não sabendo distinguir o essencial do supérfluo, quando o dinheiro não chega para satisfazer todos os caprichos, lá vêm os pais saldar mais uma divida que o filho contraiu porque lhe apeteceu ir fazer aquele cruzeiro fantástico, e como não tinha dinheiro (nunca tem), fez um empréstimo bancário que agora não consegue pagar. Ou então comprou aquele carro fantástico, porque o amigo tem um carro novo e ele tem que ter um melhor. E os pais, muitas vezes se veem despojados das economias de uma vida, para saldar dividas que apenas serviram para satisfazer o ego e a futilidade dos filhos.

Mais tarde, quando idosos e sem recursos, não serão esses filhos egocêntricos e egoístas, que lhes irão dar a mão. Ainda que o queiram também não terão essa capacidade.

 Foram ajudados demais, não assumindo responsabilidades pelos seus atos e continuam sem competência para resolver os próprios problemas.

Em minha opinião, todos devemos e precisamos de ajudar e ser ajudados, mas há que distinguir o ser ajudado do explorar e o ajudar, do gerir a vida do outro.

Vamos ajudar um pouco, e pedir ajuda apenas para o essencial.

 Idália Henriques

6º - CHAKRA TERCEIRA VISÃO

 
AJNA
 
 
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Cor - Azul Índigo

Espirito

Aprendizagem da Alma - Integração

Poderes numa oitava superior - Visões, ouvir o eu superior, cores vibratórias

Período de maior formação evolutiva -35 aos 42  anos

 
O chakra da terceira visão ou frontal, situa-se no meio da fronte entre as sobrancelhas. Exterioriza-se como a glândula pituitária.

Mais conhecida por terceiro olho, a terceira visão é a consciência individualizada.

Os dois olhos físicos veem o passado e o presente enquanto o terceiro olho vê horizontes do futuro.

É este chakra que nos leva a experimentar a sensação de unidade com as leis cósmicas, o sentimento de que se é um espirito imortal encarnado temporariamente num corpo carnal.

O sexto chakra governa o sistema nervoso, o cérebro inferior, os ouvidos, olhos e nariz, o sistema endócrino.

É através deste centro de energia que consideramos a nossa natureza espiritual.

Este chakra é a sede da nossa intuição. Muitas vezes confundimos intuição com sentimento, mas é fácil distinguir a diferença. A tudo o que reagimos com grande aversão repugnância ou medo e tudo o que desejamos ardentemente e precisamos de ter, isso é sentimento. O espaço neutro entre essas duas situações é intuição.

Se quiser desenvolver a sua intuição precisa aprender a compreender os seus sentimentos, o que por vezes se torna confuso e difícil, porque a sua intuição ativa certos sentimentos em si.

O terceiro olho tem o objetivo de mostrar aos seres humanos o caminho através da vida. Isso acontece pelo método de tentativa erro, quando erramos analisamos porque errámos e da próxima vez evitamos essa situação.

Bloqueios neste centro energético provocam falta de objetivos na vida, instabilidade, medo de espíritos, aparições, desemprego permanente, mudanças consecutivas de casa, mudança de amores, fanatismo, adoração de ídolos, estar sempre na moda e outros factos idênticos.

Bloqueios neste centro quando hiperativo, provocam dores de cabeça e problemas de visão.

Quando tem atividade deficiente este centro provoca falta de opinião, ser “burro de carga”, não encontrar o seu caminho.  Quando o chakra do terceiro olho provoca um fluxo de energia em harmonia com o chakra Raíz a pessoa sente que encontrou o seu caminho.

Idália Henriques

Bibliografia:

Sistema de Equilibrio Energético _ Carlos Florêncio

Manual de Reiki _ Walter Lubeck



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