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terça-feira, 22 de outubro de 2013

O APREÇO

Reflexão, Reconhecimento, Esperança, Idália e Cris Henriques, Espaço Consciência Pura, http://espacoconscienciapura.blogspot.com/
Imagem, texto e vídeo recebidos via email (Autor Desconhecido)


Um motorista de autocarro, de origem somali, chamado Mukhtar, trabalha na Dinamarca.

É o seu aniversário, mas, como é óbvio, vai trabalhar como em qualquer outro dia.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

DIMENSÃO ESPIRITUAL

Mensagens de Luz - Alexandra Solnado, Idália e Cris Henriques, Espaço Consciencia Pura, http://espacoconscienciapura.blogspot.com/
Imagem recebida por email (Autor Desconhecido)

Todas as pessoas têm uma dimensão oculta. Uma dimensão escondida, uma dimensão submersa. Um lugar profundo onde só entra quem estiver convicto da sua existência cósmica. Só entra quem estiver atento, frágil, sem defesas. Só entra quem estiver interessado em sentir, com todos os riscos inerentes a quem lida com as suas próprias emoções.

 

domingo, 20 de outubro de 2013

TALVEZ

Aristóteles Onassis, Reflexão, serenidade, Espaço Consciência Pura, http://espacoconscienciapura.blogspot.com/, Idália e Cris Henriques
Imagem recebida por Email (Autor Desconhecido)



Talvez eu venha a envelhecer rápido demais.

Mas lutarei para que cada dia tenha valido a pena.

Talvez eu sofra inúmeras desilusões no decorrer de minha vida.

sábado, 19 de outubro de 2013

REVOLUÇÃO DA ALMA

Aristóteles, Espaço Consciência Pura, http://espacoconscienciapura.blogspot.com/, Idália e Cris Henriques
Imagem recebida via Email

Ninguém é dono da sua felicidade, por isso não entregue a sua alegria, a sua paz, a sua vida, nas mãos de ninguém, absolutamente ninguém. Somos livres, não pertencemos a ninguém e não podemos querer ser donos dos desejos, da vontade ou dos sonhos de quem quer que seja.

A razão da sua vida é você mesmo.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

UMA HISTÓRIA REAL

http://espacoconscienciapura.blogspot.com/, Espaço Consciência Pura
Imagem recebida por e-mail



Na Romênia, um homem dizia sempre a seu filho: “Haja o que houver, eu sempre estarei ao teu lado”.
 
Houve um terremoto de intensidade muito grande que quase arrasou as construções lá existentes nesta época. Nesse momento este homem estava numa estrada. Ao ver o ocorrido, correu para casa e foi ver como estava sua família:

terça-feira, 17 de setembro de 2013

LEMBRE-SE DE LARGAR O COPO


imagem aqui
 
Uma psicóloga falando sobre o stresse numa palestra levantou um copo-d’água. Todos pensaram que ela perguntaria;
"Meio cheio ou meio vazio?".
Mas com um sorriso no rosto ela perguntou;
"Quanto pesa este copo de água?"
As respostas variaram entre 100 e 350g.
Ela respondeu:
"O peso absoluto não importa.
Depende de quanto tempo você o segura.
Se eu segurar por um minuto, não tem problema.
Se eu o segurar durante uma hora, ficarei com dor no braço.
Se eu segurar por um dia meu braço ficará amortecido e paralisado.
Em todos os casos o peso do copo não mudou, mas quanto mais tempo eu o segurava, mais pesado ele ficava".
Ela continuou:
"O stresse e as preocupações da vida são como aquele copo d'água.
Eu penso sobre eles por um tempo e nada acontece.
Eu penso sobre eles um pouco mais de tempo e eles começam a me machucar.
E se eu penso sobre eles durante o dia todo me sinto paralisada, incapaz de fazer qualquer coisa".
Então lembre-se de "largar o copo".
"in Psiconline"
Idália Henriques

DUAS RÃS NUMA TAÇA DE NATAS

imagem aqui
 
Era uma vez duas rãs que caíram numa tigela de creme. Imediatamente começaram a afundar; era impossível nadar ou boiar naquela massa espessa como areia movediça. No começo, as duas mexiam as pernas tentando inutilmente chegar à borda do recipiente.
Só conseguiam espirrar creme para todos os lados sem sair do lugar, afundando mais. Sentiam que era cada vez mais difícil respirar. Uma delas falou:
– Não adianta. É impossível sair daqui. Não consigo nadar neste líquido pegajoso. Já que vou morrer mesmo, para que prolongar a dor? Não vejo sentido em morrer extenuada por um esforço inútil. Então ela parou de bater as pernas e afundou de vez, literalmente engolida pela massa branca.
A outra rã, mais persistente, ou talvez mais teimosa, disse a si mesma:
– Não tem jeito! Não dá para sair daqui. Porém, já que a morte está chegando, vou lutar até ficar sem fôlego. Não quero morrer  nem um segundo sequer antes da hora.
Ela continuou batendo as pernas sem sair do lugar, sem avançar um centímetro, por horas a fio. E assim, depois de tanto mexer a massa, o creme virou manteiga.
A rã, surpresa, deu um pulo e foi patinando até a borda da tigela, e saiu coaxando alegremente de volta para casa.
 
Desconheço autoria

Idália Henriques

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