Por onde quer que vamos, existe todo o tipo de gostos e também de pessoas, e o facto de as pessoas não aceitarem nem respeitarem o seu semelhante, leva a um conceito: O Criticismo.
Ou será o criticismo um preconceito, em vez de um conceito?
Na minha opinião, o criticismo é nada mais, nada menos, um preconceito que foi inventado por pessoas um tanto ou quanto “verdes”. Neste caso, a cor verde para qualificar este tipo de pessoas, não é uma cor bonita e nem positiva, representa o verde da imaturidade, o verde da inveja, dos ciúmes, etc. Pois é, a cor verde também tem um lado negativo, tal como todas as outras cores: vermelho – raiva, preto – odio, azul – melancolia, amarelo – frustração, rosa – desilusão, etc.
Os críticos são verdes! Observem um crítico. Vejam como ele fala, acerca do que fala e vejam qual é o motivo daquela crítica, daquele apontar de dedo intimidador. Sim, porque eles apontam o dedo julgando tudo e todos.
Os críticos são pessoas sem capacidades criativas, mal-humoradas, rabugentas
Consciência
Pura,
é o estado que todos devemos e pretendemos alcançar, ainda que o façamos
inconscientemente.
É a elevação
espiritual, a pacificação do Ego pelo amor ao próximo e pela compaixão.
Ao atingirmos o estado
de Consciência Pura, terminamos a
roda das encarnações, resgatando os karmas e assim alcançamos a elevação
espiritual.
São as manifestações egóicas
que nos levam a contrair karmas.
A pacificação do Ego, implica
agirmos de acordo com o Ser, no sentido mais espiritual e puro da palavra, sem
nos deixarmos dominar pelo querer, pelo ter, pelo sentimento de posse, pelo
desejo de que seja a nossa vontade a dominar e a imperar sobre todas as
verdades do nosso semelhante.
A verdade não é
absoluta, o que é verdade para nós pode não o ser para o outro. O Ego é o
sentimento que nos faz querer ganhar sempre. O Ego é o poder na forma mais básica
e primitiva, que faz com que tenhamos o desejo de controlar e manipular tudo à
nossa volta.
Não confundir Ego com
auto-estima. Auto-estima é também uma forma de amor. Amar a nós próprios, o que
na verdade, devia ser a nossa primeira prioridade. Se não aprendermos a
amar-nos a nós próprios, como vamos saber amar os outros? O Ego leva-nos a
desejar atingir objectivos ilusórios, de falsa felicidade, porque ao
concretizarem-se deixam uma sensação de insatisfação e vazio, contrariamente ao
que esperávamos, partindo para uma nova procura igualmente ilusória.
Por vezes quando
conseguimos pacificar o Ego, é quando perdemos tudo o que nos faz sentir
superiores. Nessa situação é que nos questionamos e procuramos respostas que
justifiquem de algum modo, o sofrimento que sentimos. É no sofrimento que
alcançamos o entendimento mais profundo da vida, transformamo-nos em seres mais
humildes, e adquirimos a capacidade de ver as questões pelo lado do outro. É ao
pormo-nos no lugar da outra pessoa que atingimos maior grau de compreensão,
sentindo compaixão e amor pelo próximo. É esse estado de consciência que nos
aproxima do Amor Incondicional, esse Amor puro e verdadeiro que não espera
retribuição. É ao alcançarmos a capacidade de sentir esse Amor que nos
aproximamos do estado de Consciência
Pura.